Voluntariado Social no exterior - Passo a Passo

23/10/2015,
Essa é a forma que me organizei para encontrar a primeira instituição que atuei como voluntária e acredito que com essas dicas posso ajudar todos que querem fazer o mesmo.
Volunteer at Blue Sparrow
amo essa foto!!! esse lindo mora em Pachachaca no Peru. Na casa dele foi onde comi o melhor macarrão do mundo!!! <3
Decidi organizar tudo por conta pois acho muito injusto o preço que as agências cobram por esse serviço, até porque pagar de 1500 a 3000 dólares  por semana por hospedagem e trabalho voluntário (a maioria não inclui alimentação), é nada mais e nada a menos que turismo de pacote fechado mascarado de ajuda ao próximo, e isso na minha concepção é muito errado.
Mas as ONGs podem cobrar por trabalho voluntário?
Claro que pode!
As ONGs precisam se manter, tem contas a pagar como qualquer empresa e trazer voluntários traz custos. Muitas não cobram, porém as que cobram o fazem porque é realmente necessário.
A maioria não aceita voluntários pra ficar menos que 1 mês, até porque a ideia de ter um voluntário é que ele faça diferença...  me desculpe os "do contra", mas se não dá pra fazer um diferença significativa em 1 mês, imagina 2 semanas! Então separe no mínimo um mês e 40 horas semanais para fazer parte de um projeto como esses.

Na pracinha perto da escola, em Mumbai na Índia.

1°Passo: Escolha de 3 a 5 ONGs que sejam coerentes com o seu perfil de trabalho, país que deseja atuar e tempo que terá disponibilidade.
Esses sites são ótimos para essa pesquisa:

True Travellers
Para voluntariado na América do Sul, América Central, Ásia e Africa.
Volunteer Work Thailand
Somente Tailândia.
Omprakash
Trabalho voluntário no mundo todo. A maioria cobra taxa, mas são taxas bem justas.
Volunteer South America
Esse é meu preferido, foi onde encontrei a ONG que trabalhei por 2 meses no Peru. Somente América do Sul.
Volunteer Latin America
Somente América Latina.

2° passo: Pesquise sobre as ONGs escolhidas.
Entre nos sites, nas páginas do facebook, veja os projetos delas, procure por depoimentos de ex voluntários dessas ONGs e etc etc

3° passo: Envie um e-mail para as  ONGs escolhidas depois da pesquisa. No e-mail faça uma apresentação pessoal (nome, idade e profissão), diga porque quer trabalhar com eles (projetos que se identificou e como pode fazer a diferença), data que terá disponibilidade para o projeto e o que mais achar necessário. Não se esqueça de escrever em inglês ou espanhol se o país não for de língua portuguesa.
Algumas ONGs tem a ficha de inscrição no próprio site, nesse caso é só preencher e aguardar resposta.

4° passo: Marque uma conversa no skype com as ONGs que responderem.


5° passo: Finalmente escolha 1 ONG, a mais adequada ao seu perfil.

6° passo: Pesquise sobre a cultura do país em questão, sobre a clima na época da sua viagens, roupas adequadas, religião e etc

7° passo: Documentos em geral
  • Visto: verifique a necessidade de visto para a viagem, entre em contato com os consulados e embaixadas.
  • Vacinas: verifique as vacinas exigidas pelo país. Se houver alguma, será necessário providenciar também a carteirinha internacional de vacinação
  • Passaporte: providenciar. Se já tem  um, não se esqueça de verificar a validade (está dentro do período exigido para o país em questão?)
  • Carta da Ong: dependendo o tempo que vai ficar, o visto de turismo pode não ser válido. Verifique a necessidade de tirar visto especial e solicite a ONG os documentos necessários.
  • Procuração: É uma boa deixar uma procuração registrada em cartório com alguém de confiança antes da viagem, casa aconteça algo com bancos, coisas em seu nome e etc e assim evitar dores de cabeça.
P.S: se esqueci de algum documento me avise! :)

8º passo: Exames médicos. Faça um check up para evitar maiores transtornos.

9º passo: Comprar passagem, seguro de saúde (importante!!!) e moeda estrangeira
Importante:Alguns países exigem visto até mesmo para conexão. Se no voo que você comprar houver conexão, verifique junto a cia aérea a necessidade de visto.

10º passo: Arrumar as malas. Se já pesquisou sobre a cultura local, já saberá que tipo de roupa levar.

11º passo: Embarque em uma das melhores experiências da sua vida!!!

  • Se curtir o post, peço que compartilhe, principalmente com aquelas pessoas que sonham com uma experiência dessas porém não podem pagar o que as agências cobram.
  • Acha que faltou algo? me avise que acrescento aqui.
  • O que achou desses passos? já fez ou gostaria de fazer um trabalho social voluntário? comente aqui, ou mande sua experiência para o e-mail todomundodemochila@gmail.com ficarei muito feliz em fazer um post especial sobre sua experiência. 
Até mais!







Quanto vou gastar em um mochilão para o Peru?

06/07/2015,
Olá pessoal! esse post vem pra responder as perguntas da galera que me escreve perguntando dos gastos possíveis em um mochilão bacana para o Peru.


pixabay

Melhor época: De Abril a junho. O clima é gostoso, a trilha Inca estará aberta com certeza (as vezes eles fecham entre dezembro a março devido as chuvas), e as passagens tem um preço razoável.

Moeda local: Sol Peruano. Procure levar dólares ou euros pra pegar um câmbio razoável lá. Jamais leve reais, nunca compensa. consulte câmbio aqui http://economia.uol.com.br/cotacoes/

Passagem aérea: Saindo de São Paulo, as passagens tanto para Cusco como para Lima custam a partir de R$ 1100 ida e volta (+ ou - USD 300 no cambio de hoje), mas as vezes é possível conseguir ótimas promoções online. Eu prefiro pagar 70 reais a mais e comprar com agência de confiança do que online, tive problema uma vez e agora só faço assim, mas como não faço propagando de agência no blog, quem quiser indicações é só me escrever: meninasdemochila@gmail.com



Ônibus para outras cidade dentro do Peru: Uma boa opção pra quem está fazendo mochilão e quer economizar, é fazer os trechos dentro do Peru de ônibus. Gosto dessas duas companhia, tem um preço razoável e são seguras http://www.oltursa.pe/ e http://www.cruzdelsur.com.pe/ Lembrando que é possível conseguir passagens mais em conta, porém nas minhas experiências por lá o fator "pagar barato" deixou muito a desejar, teve ônibus quebrado, parada de 24 horas sem aviso prévio entre outras coisas.Priscila Mattos

Taxi: Em Cusco você paga entre 5 e 7 reais para quase qualquer lugar (na região central e também onde ficam os hostels). Em Lima, procure ficar na região de Miraflores, aí você terá acesso a quase tudo a pé ou de ônibus. Para o aeroporto da região de Miraflores é cobrado entre 25 e 50 reais e vice e versa, o lance é negociar bem com o taxista. (O soles hoje está praticamento igual ao câmbio do real, mas consulte antes da sua viagem ). As outras cidades de regiões do perú segue a mesma média do preço de taxi de Cusco.

Alimentação: Vai da sua exigência. Um espetinho de antecucho na rua custa 2 reais e  uma refeição completa em lugar barato entre 5 e 15 reais. Uma dica bacana que serve para qualquer viagem que for fazer, procure os mercadinhos nessas cidade pra comprar comida e cozinhar no hostel, quase todos os hostels tem cozinha completa, antes de reservar, pergunte sobre a estrutura de cozinha do hostel em questão.

pixabay


Hospedagem: Em Cusco e em Lima você encontra hostels limpos e confortáveis a partir de 20 reais, veja no http://www.hostelworld.com/. Para outros lugares no Perú, você encontra hostels a partir de 15 reais. Pra quem quiser dicas de hostel é só me escrever, ou dá uma olhadinha nesse post aqui, tem uma dica de hostel em Cusco e Huacachina.


Trilhas para Machu Picchu: Variam de 150 a 600 dólares. O melhor custo/benefício que encontrei é a trilha Salkantay, 5 dias e 4 noites, paguei (com muito choro) 190 dólares. Jamais compre em agência no Brasil, você pagará 3 vezes mais. Deixe para comprar nas agência em Cusco, procure por agências próximas a Plaza de Armas, como são várias, o preço é bem competitivo e você pode negociar. Lembrando que dá pra chegar em Machu Picchu sem gastar (vai gastar somente com a entrada em Machu Picchu é claro), veja o relato da minha amiga que fez isso aqui e pra quem quiser conhecer as trilhas existentes clique aqui .


Dúvidas, comente esse post ou me escreva

até a próxima




O que fazer em La Paz - Bolívia

01/07/2015,
Uma vez uma amiga que estava viajando para a Bolívia me perguntou se valia mesmo a pena passar por La Paz, ela queria ficar apenas um dia, e de lá ir para Uyuni. Vou escrever aqui o que eu disse a ela: "Lá Paz é um dos únicos lugares da Bolívia que NÃO DÁ pra ficar só um dia, a cidade é apaixonante, tem muita coisa pra fazer, e de lá você consegue tours organizados para qualquer lugar na Bolívia inteira..."
Pensando nisso, resolvi escrever sobre algumas coisas que você pode fazer por lá, repito: "algumas coisas", porque lá tem uma infinidade de passeios! Acredite, quando viajei por lá, jurei que ficaria no máximo 1 semana, e fiquei 1 mês!!! perdi até noção do tempo! mas valeu cada dia.

Mercado de Las Brujas -  um mercado que você não pode deixar de conhecer, mesmo se você for do tipo econômica master que não compra nem lembrancinha. Lá tem desde coisas estranhas como fetos empalhados de animais (esse não consigo nem passar perto) até souvenirs super legais pra levar pra casa.
By Karina Ahrens

Valle de La Luna - Um lugar lindo com formações rochosas interessantes. Dá pra ir de taxi pra quem gosta de ir por conta própria, mas indico fazer junto com o passeio para Chancantaya, fica mais barato. 


Chalcantaya - Uma montanha linda de 5300. Você vai subir boa parte dela, pois subir tudo isso em poucas horas não dá né? nem pra quem já subiu Everest! A van te deixa na metade e o restante você sobe sozinha. O visual é demais, e da-lhe folha de coca. Pra quem quiser fazer o passeio, ele custa em média 35 reais por pessoa e como plus você faz também o Vale de La Luna (como mostrei acima). (qualquer hostel em La Paz oferece esse passeio ou indica uma agência de confiança que faça. A van busca na porta do hostel).

Mirante Killi Killi - Pra quem está de passagem por La Paz, sem tempo pra ficar mais, aproveite qualquer hora livre pra subir no mirante e ter a melhor vista da cidade. É só pegar um taxi, que saindo dos hostels localizados na área central, vai custar em média 7 reais. 


Downhill ou Estrada da Morte -Se gosta de aventura, não dá pra deixar de conhecer a estrada mais perigosa do mundo de bicicleta. São 60 km de descida e os preços do passeio variam de 40 até 250 reais, lembrando sempre que o barato pode sair caro. O preço influencia em tudo: qualidade da bike, qualidade do equipamento, qualidade das fotos... então vale a pena procurar um intermediário. Quase todos os hostels vendem esse passeio por lá.


Essas são somente algumas das muitas coisas pra se fazer em La Paz, e você? indica mais alguma coisa que não está nessa lista?

Até a próxima



Israel para mochileiros parte 1 - Trilhas En Gedi

16/06/2015,
O que passa na sua cabeça quando pensa em Israel? Ok, tirando conflitos, quando pensa em viagem para Israel, o que vem a mente? Já sei! Turismo religioso, não é mesmo? Grupos enormes visitando os lugares sagrados... o que na verdade é muito legal, mesmo para um mochileiro, mas isso fica para outro post. O que venho falar aqui hoje é sobre turismo alternativo em israel.
Coloquei "parte 1" no título, pois mesmo sendo um país pequenininho, tem tanta coisa pra fazer, que se eu escrever em um post só, você iria demorar um dia todo pra ler. Só pra ter noção da quantidade de coisas que tem pra fazer lá, vá na livraria e veja o guia da país, é enorme! Tem o mesmo tamanho do guia do Perú.
Se você é como eu e gosta de fugir do turismo tradicional, não pode perder a "série":

 Israel para mochileiros!

Os "trekinistas" de plantão,  precisam conhecer essa trilhas! Fora que todas elas tem uma vista linda para o Mar Morto.
Só para situar historicamente, a cidade de En Gedi foi uma fonte importante de bálsamo para o mundo Greco- Romano e biblicamente falando, foi o local onde Davi se escondeu do rei Saul (fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ein_Gedi).
Bom, segue as dicas pra quem quiser fazer as trilha, e boa sorte!
Lembrando que para todas as trilhas no deserto de En Gedi, o acesso é pelo Parque Nacional En Gedi.

By Priscila Mattos


Nahal David: 

Essa rota tem 3 trilhas que você poderá fazer conforme seu nível de disposição. Tem trilha de 1 hora, 3 horas e 5 horas. Todas são de nível médio, porém faz muito calor o tempo todo, deixando sua caminhada bem mais difícil e cansativa. Nelas você poderá ver a cachoeira de Davi, a nascente de En Gedi e também algumas cavernas.
By Priscila Mattos

Mesmo com a dificuldade do trajeto, é bem tranquilo para crianças acima dos 10 anos (para mamães e papais que curtem aventura em família). Não se esqueça da garrafinha de água!

Nahal Arugot

Essa é mais difícil, mais rústica e tem menor número de pessoas se aventurando por ela. Apesar de bem demarcada ( em Israel, o ministério do turismo em parceria com os moradores, costumam demarcar todas as trilhas para evitar que as pessoas fiquem perdidas, até mesmo as trilhas em lugares de difícil acesso), tem muitos lugares que você vai precisar escalar alguma pedra gigante, andar em um caminho de 20 centímetros de largura (com uma vista do chão vertiginosa) ou encontrar uma cobra básica pelo caminho (no meu caso, cheguei a pegar no rabo de uma sem querer quando estava escalando uma pedra, quase morri de susto).
By Priscila Mattos


Se optar por essa trilha é muito importante levar uns 3 litro de água com você, é facinho ficar desidratado. Quando busquei por informações, disseram que teria que levar no minimo 5 litros...porém achei demais carregar tudo isso.
By Priscila Mattos

A trilha pela rota Nahal Arugot também tem várias opções como a Nahal David, tem até a possibilidade de chegar até Massada por lá, mas essa eu não fiz por falta de tempo mesmo.


E você? Já pensou em fazer mochilão por lá?

By Priscila Mattos

Então, vem comigo?

Até a próxima!


Por que ser voluntário no exterior? Impressões e dicas

11/06/2015,
Primeiro de tudo, trabalho voluntário não pode ser algo que você vai usar como desculpa só para viajar barato, acima de tudo é um trabalho que exige responsabilidade e dedicação. Viajar barato é só um plus, jamais deverá ser primeira opção.
O trabalho voluntario só será genuíno se você for com coração aberto, já vi muito voluntário por esse mundo afora com ar de superioridade, como se os ajudados fossem coitadinhos. Por mais necessidade que se passe, ninguém é inferior para ser tratado com tal, até porque muitas dessas pessoas que visamos "ajudar" não conhecem realidade diferente da que vivem e estão satisfeitos assim.
Se estão satisfeitos, então pra que ser voluntário?
O voluntário deve levar paz a países em guerra, ajudar em situações de emergência, levar conhecimento (sem imposição), auxiliar na educação e saúde... e por aí vai. O verdadeiro voluntário entra de cabeça na cultura local, não tem frescura, experimenta, aceita, vive.

By Priscila Mattos
(eu e minha amiga Sunita, que cozinha e limpa a escola que trabalhei na Índia)

Agora, escolhe ir pra o continente africano dar leite para o leãozinho ou para países pobres asiáticos ensinar a cultura ocidental consumista (uma vez ouvi isso: "nossa, coitadinhos, como eles conseguem viver sem uma geladeira?")... desculpa, isso não é trabalho voluntário que trará algum benefício verdadeiro. Se lá na África do Sul é tão necessário alguém pra cuidar de leões órfãos, por que não empregar a comunidade local? Pra mim isso é turismo comum, mascarado de trabalho voluntário.
Outra coisa que me incomoda muito - além da galera que vai fazer trabalho voluntário somente pra viajar em um esquema quase 0800 -, é a galera que paga valores absurdos para fazer o mesmo! sim! isso existe! Você procura por um programa de trabalho voluntário no exterior e o cara (ou agência) te cobra 1800 dólares por duas semanas fora os custos de moradia e passagem! Saiba que essa grana não irá para ajudar a comunidade que você pretende atuar viu? abra os olhos.
(na escola em Huancayo quando decidi parar a aula pra ensinar uma dança de roda maluca)

Mas pode-se cobrar por trabalho voluntário?

Pode sim! Desde que esse preço não seja exorbitante e que seja comprovado o destino do valor.
Exemplo: Fiz um trabalho voluntário no Perú, a ONG cobrava USD 160 por mês, disseram que 120 seriam repassados para a família que me daria moradia e comida todos os dias (esses 120 foram repassados para a família na minha frente), e os outros 40 dólares seria da ONG (pra comprar material escolar, financiar projetos e também o salário do dono da ONG, afinal o cara também precisa se manter já que esse é seu único trabalho)
Sabendo agora da importância do trabalho voluntário e se você compartilha do mesmo pensamento que o meu, segue duas ONGs sérias, uma no Perú e outra na Índia que vocês podem entrar em contato.
Se gosta de trabalho fácil e ficar somente tirando foto pra mostrar o sofrimento alheio, nem vá, por favor. 
Caso queira saber mais da minha experiência antes de fazer o mesmo e quer mais impressões e dicas, me escreva: todomundodemochila@gmail.com



  • One! International poverty relief (India)

         http://one-international.com/


  • Blue Sparrow (Perú)

          http://www.bluesparrow.org/


Até a próxima

Nevado Huaytapallana - Inclua no seu roteiro para o Perú

08/06/2015,
Tive o privilégio de conhecer um dos lugares mais lindos do Perú junto com minha amiga Julia quando moramos em Huancayo, uma cidade de mais ou menos 500 mil habitantes nos Andes Peruanos.
O nevado Huaytapallana é um lugar bem reservado e preservado, não é cheio de turista, o que faz do passeio algo único. Nada melhor que sair da rota convencional e colocar na bagagem uma experiência mochileira diferente.
by Priscila Mattos

São mais ou menos 4 horas de caminhada, partindo de 4 mil metros para 5 mil.
Aí você está lendo isso e pensa “então vocês subiram só 1000 metros?”, olha, já fiz Salkantay e Huayna Picchu, e nenhuma  foi tão desafiadora como Huaytapallana meus amigos.
By Julia Kersul

Para chegar lá com segurança é importante contratar um guia (uma semana antes da minha subida, um grupo foi fazer uma festinha na montanha sem um guia, quando anoiteceu, o grupo estava sem lanterna e se dispersou e aí um deles caiu numa fenda e morreu - assim diz a lenda que nos apavorou no dia da nossa aventura).
By Julia Kersul


A caminhada é dura, e o ar já é rarefeito em 4 mil metros de altitude, imagina em 5!!! O caminho é lindo, passamos por uma laguna incrível onde fizemos uma longa parada para respirar para tirar fotos.
by Priscila Mattos

Chegando à parte nevada, tem uma cordinha pra subir, facinho de escorregar e cair um tombo fenomenal de 3 metros, ainda mais se você for de all star como uma das meninas de um grupo que estava na minha frente, que caiu e voltou carregada,  vá preparada com uma boa bota impermeável  e resistente.
by Priscila Mattos

Chegando ao pico, é neve que não acaba mais, aquela neve macia que afunda... Pra quem nunca viu neve, dá até vontade de dar um mergulho.  Minha amiga resolveu provar pra ver se era gostoso, mas disse preferir uma raspadinha de praia brasileira, pois pelo menos tem sabor de groselha.
by Priscila Mattos

Pra chegar lá é fácil, pegue um ônibus saindo de Lima para Huancayo (Não tem todos os dias, é necessário conferir no site da Oltursa - http://www.oltursa.pe/), são mais ou menos 8 horas de viagem. Lá em Huancayo, se hospede nas pousadas próximas da Plaza da Constitucion, e lá mesmo existem agências pequenas que oferecem esse passeio já com o transporte partindo da praça e custa em torno de 60 soles por pessoa.
By Julia Kersul


Depois de ver essas fotos, que tal incluir Huancayo no roteiro do seu mochilão?


Até a próxima

Couchsurfing, mochilão com uma experiência única!

17/04/2015,
O Couchsurfing é uma rede social de hospitalidade fundada em 2004, muito usada por mochileiros e viajantes que procuram por uma experiência de viagem fora do convencional.
Com o Couchsurfing, você poderá ficar hospedado na casa de locais durante sua viagem em mais de 200,000 cidades no mundo todo, sem pagar nada em dinheiro, mas sim fazendo intercambio de conhecimento, vivenciando a cultura local como nenhum hotel ou hostel poderia te oferecer.


Mas a rede não é usada somente para hospedagem, se você vai viajar e já tem um lugar pra ficar, você pode solicitar aos participantes dicas de turismo e até mesmo se juntar aos “meetings” locais.  A melhor forma de conhecer pessoas do CS em uma determinada região é frequentar os meetings, que são muitos e sempre divertidos e cheios de mochileiros.
Essa foto é do encontro informal Couchsurfing que acontece uma vez por mês na praça Roosevelt em São Paulo - SP
Importante: Só faça parte da rede se você tiver o mesmo “espírito”, se curte hospedar pessoas conforme as possibilidades de sua residência ou até mesmo se gosta e pode ajudar turistas sem nenhum objetivo de lucro, até porque tudo é uma troca, se você hospeda pessoas em sua casa, será muito mais fácil conseguir hospedagem nas suas viagens quando precisar. É legal avisar que não é um site de relacionamentos amorosos, usuários safadinhos são denunciados e banidos rapidinho.
Não é porque o Couchsurfing é uma rede social respeitada cheia de gente legal que você não deve se precaver antes de se hospedar ou receber alguém em sua casa. Tome sempre os devidos cuidados, marque conversa no Skype, leia o perfil e as referências que as pessoas deixaram e etc. Cada um tem uma forma de sentir-se seguro.

Eu já tive diversos tipos de experiência com o Couchsurfing,  Já recebi um cara na minha casa que quase quebrou minha mesa de tanto que batia com raiva nela quando meu wifi parava de funcionar e também recebi pessoas maravilhosas que me ensinaram um pouco da gastronomia local, ficaram super interessadas em conhecer meus amigos, meu dia a dia e mantemos contato até hoje.  
O importante de todas as vezes  que hospedei e fui hospedada foi a oportunidade de vivenciar algo novo, conhecer pessoas diferentes, aprender coisas novas, ensinar outras, e as experiências negativas me serviram como aprendizado.

Você já conhecia o Couchsurfing? Tem alguma experiência pra compartilhar?


Até a próxima

Trabalho Voluntário na Índia

08/04/2015,
Sabe quanto chega a hora de decisão, ou tudo ou nada, ou vai ou racha? Foi assim comigo. Eu era bancária, triste e estressada e somente mudar de emprego não bastaria para mudar minha qualidade de vida. Primeiramente saí do emprego, mesmo com todos os contras (criticas da família, dinheiro e etc) e depois segui para a realização de um sonho: trabalho voluntário em outro país, unindo oportunidade de conhecer uma nova cultura com experiência  pra lá de gratificante. Também optei por fazer trabalho voluntário ( e não somente mochilar por aí) porque senti necessidade de agradecer pela hospitalidade e por todas as experiências que tive nas minhas viagens de férias na época do banco. Isso é algo muito pessoal, e foi muito importante na minha vida.
Tudo começou quando em outro trabalho voluntário, no Peru (essa  experiência conto em um próximo post), conheci uma voluntária de uma ONG na Índia, ela viu meu trabalho com as crianças e meu gosto por música e me convidou para fazer parte do projeto da Índia. Inicialmente era pra dar aulas de música, mas acabei dando aulas de todas as matérias nas duas escolas fundadas pela ONG (dei até aula de Hindi, quando faltou professor...).
Priscila Mattos


O processo foi um pouco demorado, pois a ONG trabalha com indicações pra ter certeza dos interesses dos voluntários e não acabar recrutando por engano alguém com interesses desvirtuados.  Tive que enviar vários documentos e fazer entrevistas via Skype, e depois foi só comprar as passagens.  
A ONG fornece alimentação básica vegetariana de segunda a sexta e moradia simples com acesso a internet e não cobra nenhuma taxa! (essa é a parte mais legal, que me fez acreditar que a ONG é verdadeiramente honesta e sem fins lucrativos).
Priscila Mattos

O trabalho é bem puxado, todos os dias em período integral e sábados intercalados. O trabalho consiste basicamente em preparar aulas, dar aulas, orientar os alunos sobre higiene e comportamento, ajudar a limpar a escola, visitar as famílias dos alunos e controlar frequência dos alunos na escola. Um aprendizado incrível.
Priscila Mattos

A vida dos alunos é bem complicada se comparada aos nossos padrões, a maioria mora em áreas muito precárias, sem nenhum saneamento básico. E o mais interessante é que eles sempre estavam muito felizes, nunca se envergonhavam de me convidar para visitar suas casas, sempre me apresentavam suas casas com orgulho e até me convidavam para jantar, pois acreditam ter o suficiente para ser feliz. (olha o exemplo fenomenal) Uma vez eu mostrei a foto de uma favela em São Paulo, e eles acharam o máximo, perguntaram se eram ricos que moravam ali... É, a Índia tem uma realidade chocante para os ocidentais.
Priscila Mattos

Me apaixonei por tudo na Índia, a comida é maravilhosa, as pessoas hospitaleiras e as crianças da escola, ahhh.... elas me emocionavam todos os dias com suas histórias de vida e sua simplicidade.

Claro, como todo professor, tinha os meus alunos preferidos, essa aqui é uma delas, a Parvatti, a sua história é muito triste, quando ela tinha 2 anos o lugar que morava desabou, soterrando toda sua família, só restaram ela se seu irmão, hoje adotados pela ONG,  vivem na escola noite e dia.


A preciso contar também, completei 30 anos na Índia, olha só as cartinhas lindas que recebi das crianças!

Priscila Mattos

A roupa que se usa todos os dias é um quesito muito importante se você for trabalhar com essas comunidades. Procure sempre cobrir os ombros e o bum bum se sua calça for apertada. Nada de saias curtas e roupas sensuais, é necessário respeitar a cultura local quando vamos para qualquer lugar. Claro, se quiser usar as roupas típicas, melhor ainda!

Priscila Mattos


É importante ter o inglês razoável, pois toda a comunicação é em inglês, mas não precisa ser fluente, o importante é saber se comunicar.

Priscila Mattos

Nome da ONG:  One! international

Para mais informações sobre minha experiência, deixe aqui sua pergunta nos comentários.

Espero que tenham gostado


Até a próxima

Países com isenção de visto para brasileiros

30/03/2015,
Informação útil para mochileiras e mochileiros de plantão. Segundo o site http://diplomaciapublica.itamaraty.gov.br/51-brasil-georgia/113-brasil-e-georgia-estabelecem-isencao-reciproca-de-vistos , no dia 11 de Março de 2015 houve um acordo entre Brasil e Georgia para isenção de vistos das duas partes, acordo que entrará em vigor a partir do dia 10 de Abril. É importante lembrar que mesmo sem a necessidade de visto, o período que você pode ficar "turistando" nos países que nos dão essa isenção não pode exceder 90 dias e é necessário apresentar a passagem de volta na imigração.

pixabay

O Itamaraty não divulga nenhuma lista oficial de todos os países com isenção de vistos para brasileiros, mas normalmente a cessão de vistos é reciproca. Como o Itamaraty sempre divulga a lista de países que o Brasil não exige o visto, dá pra ter uma ideia dos lugares que seremos “melhores recebidos” pela imigração.
Segundo uma lista informal que anda circulando pela internet, os seguintes são países que você pode viajar sem visto, mas não se esqueça de consultar os respectivos consulados para evitar transtornos:


P.S. Não existe lista oficial, se faltar algum País me informe que atualizo. Me baseei nesse site http://www.visamapper.com/ 

Recordar é viver...
Quem ainda não tem passaporte, confira a lista dos países que você pode viajar só com RG por conta do acordo MERCOSUL
Argentina; Chile; Bolívia; Uruguai; Colômbia; Equador; Peru; Venezuela e Paraguai.

O que está esperando para a próxima trip? :)

O misterioso portal Amaru Muru - Puno, Perú

20/03/2015,
Mistérios sempre me chamaram a atenção e por minhas andanças no Perú não poderia deixar de conhecer o tão misterioso “portal Amaru Muru”. Ele fica na região montanhosa de nome Hayu-Marca bem próximo ao lago Titicaca, e a melhor opção para visita-lo é saindo de Puno.
Créditos: Priscila Mattos

Amaru Muru mais parece um grande muro de pedra com uma porta meio torta em forma de T esculpida. Ninguém sabe quem foi o artista e há diversas lendas sobre isso, extraterrestres, Incas mágicos, e etc. Segundo a comunidade local, ocorreram diversos desaparecimentos alí, e por isso o local é considerado sagrado por muitas pessoas que deixam suas oferendas de flores e frutas em frente a grande muralha de pedra.

Créditos - Priscila Mattos

Há algumas excursões, mas o melhor mesmo é pegar um ônibus saindo da rodoviária de Puno. Quando estiver no bus, avisa o motorista que gostaria de parar ali, e ele te orienta, pelo menos foi assim que fiz a trip. Lá na região do portal, ficam algumas cholitas tentando cobrar algum dinheiro para que você possa ficar lá, acontece que o local é público, não há entradas oficiais, é no meio do mato mesmo, por isso não faz sentido nenhum a cobrança.

Créditos: Priscila Mattos

























Créditos: Priscila Mattos


Chegando lá, confesso que tentei de tudo para abrir o portal, ajoelhei, pulei, coloquei a cabeça no meio da porta, virei de ponta cabeça e nada, ainda era só um buraco esculpido em uma montanha de pedra. Sei que é lenda... mas não custa nada tentar né?

Vale a pena conhecer se você estiver passando por aquela região, mas leve um amigo junto, pois se você desaparecer pelo menos terá alguém pra contar a história. 

Até a próxima


Rota Alternativa para Machu Picchu, Relato da Juliane Silva

24/02/2015,

"Para chegar em Machu Picchu há caminhos para todos os gostos, físicos e bolsos: de trem, caminhando, trekking, carro, caminho inca e também existem caminhos que se conhece nas conversas com os morados e mochileiros.

Quando eu cheguei em Cusco tive um baita susto: a cidade foi feita pra turista! Por todos os lados se vê a exploração do turismo: a comida, souvenir, llamas, lojas e muitas ofertas de ida a Machu Picchu. Pra quem estiver disposto a fazer o caminho de agência tem que desembolsar pelo menos 150 dólares.

Fiquei um dia em Cusco e decidi ir pra uma cidade menor. Queria muito conhecer Ollantaytambo que é a única cidade inca habitada. De Cusco é possível ir de taxi por cerca de 20 soles ou fazer um caminho um pouco mais demorado mas mais barato pegando um ônibus até Urubamba (4 soles) e de lá uma lotação até Ollantaytambo (1,5 soles). Tive a sorte conhecer no ônibus um morador (uma das vantagens de viajar sozinha é que as pessoas se aproximam mais fácil) que me disse onde poderia ficar e comer por mais barato na cidade. O povoado é muito pequeno e rodeado por montanhas, uma vista incrível de qualquer lugar.


                                                          
Em uma conversa de praça conheci a rota alternativa a pé desde Ollantaytambo até Águas Calientes. Depois de alguns dias descansando e conhecendo a cidade decidi seguir caminho. E ele começava exatamente alí: de Ollantaytambo é possível pegar uma lotação até o km 82 por 3 soles e a partir daí começar a caminhada até o km 120.

A caminhada é muito tranquila e simplesmente não dá pra reclamar do cansaço, fome ou calor: o nevado Verônica ao lado, ruínas, montanhas verdes, o rio Urubamba sempre fazendo música como companhia, a mudança da vegetação, muitos pássaros,  cachoeiras, que inclusive é possível dar uma pausa para um banho. 
Sempre é necessário manter os ouvidos atentos ao barulho do trem, principalmente nas curvas (onde não tem muito espaço pra desviar) e apesar de proibida a passagem de pedestres pelo trilho, os maquinistas sempre me cumprimentaram e até ganhei frutas de alguns homens que estavam trabalhando na sua manutenção. Em grande parte do caminho tem uma trilhazinha paralela que ajuda bastante, principalmente para desviar dos tuneis (dá muito medo passar por um túnel CORRENDO imaginando que um trem pode estar chegando).

Levei 10 horas pra chegar em Machu Picchu mas eu caminho devagar, parei no caminho para tomar banho de cachoeira e muitas pequenas paradas pra comer frutas. Mas conheci pessoas que faziam em 7, 8 horas.

Chegando em Machu Picchu pode encontrar hospedagem por 15 soles ou armar a barraca em algum lugar mais afastado de graça. No outro dia pra subir a Machu Picchu foi cerca de uma hora e meia de escadas até as ruínas. E É MUITO LINDO! realmente, esses incas sabiam onde morar...
Fazer esse caminho sozinha me deu a chance de prestar muita atenção em cada passo que eu dava e foi assim a rota toda: silêncio na minha mente e a música do rio Urubamba do lado. Tive que como companhia os animais, a natureza e eu mesma. Não trocaria essa experiência por nada. Também fico muito feliz por não participar do monopólio e turismo abusivo da PeruRail (empresa responsável pelo trem que vai até Águas Calientes).


Cusco - Urubamba - Ollantaytambo = 5.50 soles
Ollantaytambo (5 noites) = 15 soles cada noite
Ollantaytambo -Km 82= 3 soles
Km 82 - Machu Picchu = GRÁTISS!!!
Entrada Machu Picchu = 130 soles (esqueci a carteirinha de estudante)
Subida a Machu Picchu = Grátis


Fazer uma caminhada linda no meio da natureza e ruínas: NÃO TEM PREÇO!"


                                                                     
Alguém aí também se empolgou como eu?


“Que no pare la fiesta” - Os hostels mais animados da América Latina

27/01/2015,

Pra quem gosta de festa e vai mochilar pela América do Sul, não pode deixar de conhecer pelo menos um deles. Garanto que sua estadia será no mínimo divertida.
Confira a lista:


Loki Hostel – Cusco, Perú
Esse já é muito famoso pela animação. Se você for viajar solo e quer socializar, essa é a melhor pedida de Cusco. Com festas temáticas todos os dias e bar funcionando até às 2 da manhã, pode ter certeza que terá muita história pra contar. Aliás, difícil ir a Cusco e voltar sem nenhuma história boa de festa pra contar, mas ficar no Loki Hostel será um ‘plus’ para os festeiros, acredite. www.lokihostel.com/cusco

Créditos: Arquivo Loki Hostel                                              


MilHouse – Buenos Aires, Argentina
Todo dia é dia de festa, tem balada, festa temática, música ao vivo, o duro é ter pique pra aguentar essa maratona. Depois da festa no hostel, a galera ainda “estica” para alguma casa noturna em BA. Se quiser curtir tudo isso, faça sua reserva com antecedência, esse é o hostel mais requisitado da cidade. www.milhousehostel.com


Vila Rock Hostel – São Paulo, Brasil
Diversão e boa música você vai encontrar no Vila Rock Hostel. O ambiente é temático e staff é pra lá de animado, impossível não sentir-se acolhido. As festas são empolgantes, sempre com bandas de primeira, e uma energia contagiante. As bebidas têm um preço bacana e a caipirinha de lá é bem famosa, ainda servem uma gelatina de cachaça no final das festas, simplesmente sensacional. www.vilarockhostel.com


  Créditos: Arquivo Vila Rock Hostel                                                 


Casa de Arena – Huacachina, Perú
Hostel de primeira com balada ao lado do seu quarto é só na Casa de Arena mesmo. Se não gosta de festa, nem pense em se hospedar lá. Sexta e Sábado é o dia ideal pra festar ali e curtir o melhor da noite Peruana. A pista de dança é tão grande que a balada é aberta ao público da cidade, todo o tipo de música toca ali e pode ter certeza que não voltará pra casa sem pelo menos aprender algum “passinho” de Salsa. Uma observação: A piscina é demais! www.casadearena.net


El Centro del Mundo Hostel – Quito, Equador
Além de muito barato, o hostel é bem conhecido por sua famosa “noche de cuba libre”, que ocorre toda segunda, quarta e sexta. Nessas noites, o hostel oferece gratuitamente 12 litros de rum e Cola Cola aos hospedes. Depois desse “esquenta” é só sair e “bailar” uma salsa. www.centrodelmundo.net


Kombi Hostel – Santiago, Chile
Hostel aconchegante e cheio de festa todos os dias. Considerado o melhor hostel de Santiago para socializar, oferece diversas atividades para os hospedes e os comentários de quem passou por lá são os melhores. www.kombihostel.com

              Créditos: Arquivo Kombi Hostel    


Wild Rover – La Paz, Bolivia
Esse é o hostel mais festeiro da Bolívia, o bar abre bem cedo e fecha lá pelas duas da manhã, aí quando você pensa que chegou a hora de dormir, a galera te leva para a próxima festa em algum lugar de La Paz. Todos os dias têm free shot de alguma bebida indecifrável e também uma galera dançando loucamente no bar, garantia de uma noite inesquecível. Além das festas, vale ressaltar que a comida é muito boa e com um preço bem razoável. www.wildroverhostels.com

         Créditos: Karina Ahrens                                                   


El Viajero  -  Cartagena, Colombia
Esse é o hostel mais procurado pra quem não quer ficar parado em Cartagena. Tem aula de salsa, Dj, musica ao vivo entre outras atividades para entreter os hóspedes. O bar funciona somente até meia noite, mas é muito comum a galera do hostel emendar mais alguma festa em algum lugar da cidade.
A noite é só uma criança... www.elviajerohostels.com/hostel-cartagena


                               
Faltou algum na lista? Conhece algum desses?