“Que no pare la fiesta” - Os hostels mais animados da América Latina

27/01/2015,

Pra quem gosta de festa e vai mochilar pela América do Sul, não pode deixar de conhecer pelo menos um deles. Garanto que sua estadia será no mínimo divertida.
Confira a lista:


Loki Hostel – Cusco, Perú
Esse já é muito famoso pela animação. Se você for viajar solo e quer socializar, essa é a melhor pedida de Cusco. Com festas temáticas todos os dias e bar funcionando até às 2 da manhã, pode ter certeza que terá muita história pra contar. Aliás, difícil ir a Cusco e voltar sem nenhuma história boa de festa pra contar, mas ficar no Loki Hostel será um ‘plus’ para os festeiros, acredite. www.lokihostel.com/cusco

Créditos: Arquivo Loki Hostel                                              


MilHouse – Buenos Aires, Argentina
Todo dia é dia de festa, tem balada, festa temática, música ao vivo, o duro é ter pique pra aguentar essa maratona. Depois da festa no hostel, a galera ainda “estica” para alguma casa noturna em BA. Se quiser curtir tudo isso, faça sua reserva com antecedência, esse é o hostel mais requisitado da cidade. www.milhousehostel.com


Vila Rock Hostel – São Paulo, Brasil
Diversão e boa música você vai encontrar no Vila Rock Hostel. O ambiente é temático e staff é pra lá de animado, impossível não sentir-se acolhido. As festas são empolgantes, sempre com bandas de primeira, e uma energia contagiante. As bebidas têm um preço bacana e a caipirinha de lá é bem famosa, ainda servem uma gelatina de cachaça no final das festas, simplesmente sensacional. www.vilarockhostel.com


  Créditos: Arquivo Vila Rock Hostel                                                 


Casa de Arena – Huacachina, Perú
Hostel de primeira com balada ao lado do seu quarto é só na Casa de Arena mesmo. Se não gosta de festa, nem pense em se hospedar lá. Sexta e Sábado é o dia ideal pra festar ali e curtir o melhor da noite Peruana. A pista de dança é tão grande que a balada é aberta ao público da cidade, todo o tipo de música toca ali e pode ter certeza que não voltará pra casa sem pelo menos aprender algum “passinho” de Salsa. Uma observação: A piscina é demais! www.casadearena.net


El Centro del Mundo Hostel – Quito, Equador
Além de muito barato, o hostel é bem conhecido por sua famosa “noche de cuba libre”, que ocorre toda segunda, quarta e sexta. Nessas noites, o hostel oferece gratuitamente 12 litros de rum e Cola Cola aos hospedes. Depois desse “esquenta” é só sair e “bailar” uma salsa. www.centrodelmundo.net


Kombi Hostel – Santiago, Chile
Hostel aconchegante e cheio de festa todos os dias. Considerado o melhor hostel de Santiago para socializar, oferece diversas atividades para os hospedes e os comentários de quem passou por lá são os melhores. www.kombihostel.com

              Créditos: Arquivo Kombi Hostel    


Wild Rover – La Paz, Bolivia
Esse é o hostel mais festeiro da Bolívia, o bar abre bem cedo e fecha lá pelas duas da manhã, aí quando você pensa que chegou a hora de dormir, a galera te leva para a próxima festa em algum lugar de La Paz. Todos os dias têm free shot de alguma bebida indecifrável e também uma galera dançando loucamente no bar, garantia de uma noite inesquecível. Além das festas, vale ressaltar que a comida é muito boa e com um preço bem razoável. www.wildroverhostels.com

         Créditos: Karina Ahrens                                                   


El Viajero  -  Cartagena, Colombia
Esse é o hostel mais procurado pra quem não quer ficar parado em Cartagena. Tem aula de salsa, Dj, musica ao vivo entre outras atividades para entreter os hóspedes. O bar funciona somente até meia noite, mas é muito comum a galera do hostel emendar mais alguma festa em algum lugar da cidade.
A noite é só uma criança... www.elviajerohostels.com/hostel-cartagena


                               
Faltou algum na lista? Conhece algum desses?




De bike na estrada da morte - Bolívia

02/01/2015,

Considerada a estrada mais perigosa dos mundo, o Camino a Los Yungas, mais conhecido como “estrada da morte”, leva muitos turistas aventureiros a La paz na Bolívia para percorrerem de bicicleta seus 64km de extensão.
Precipícios de até 600 metros de altura e um caminho de aproximadamente 3 metros de largura resultam inúmeros acidentes todos os anos.






Claro, eu estava enganada. O barato quase saiu muito caro. As roupas e equipamentos de segurança que essa empresa forneceu eram tamanho único, sou pequena, e tudo ficou enorme em mim. A luva não servia, a calça enroscava no pedal da bicicleta, a cotoveleira e joelheira pareciam bambolês nas minhas pernas e braços... e o que já estava péssimo, ficou pior.
Avisei o guia que a bicicleta estava estranha e que parecia não obedecer aos meus comandos com o guidão, o guia disse que era coisa da minha cabeça, pois com todas aquelas pedras na estrada era muito difícil mesmo manter a direção. Ele estava errado, alguma coisa desenroscou do guidão e eu não tinha mais controle da bicicleta, tive que forçar uma queda na estrada pra não cair no abismo logo a frente. Resultado: trocaram a bicicleta e ficaram morrendo de medo de serem denunciados.

Finalmente cheguei ao final do trajeto, com a mão em carne viva (não pude usar a luva que era grande demais), tremendo de medo (pois quase morri), porém grata por estar viva.

Dicas importantes para quem deseja fazer o passeio:

Agência: Contrate uma agência lá com nome no mercado. Como saber? Os hosteis famosos como o Loki e Wild Rover trabalham com ótimas agências. São as mais caras, porém as bikes são ótimas e o equipamento de primeira.

Equipamento: Mesmo que sua agência seja ótima, peça garantia que terá o equipamento adequado a seu tipo físico. Peça para ver o equipamento e as bicicletas. Se a sua mão for pp, providencie uma luva por aqui mesmo, antes de ir, para não correr o risco.

Velocidade: Cuidado, mesmo que você seja profissional da bike. Lá não ganha medalha quem terminar primeiro, mas se você for muito rápido pode ganhar alguns ossos quebrados (se der sorte de não cair nos precipícios realmente grandes e ganhar uma tumba).

E você, já fez esse trajeto?
Se você já fez, conte-nos um pouco da sua experiência e suas dicas.
Quer fazer e tem dúvidas? Mande sua pergunta!






Everest, vamos nessa?

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Sempre tive o sonho de subir o monte Everest, mas depois de tantos acidentes e mortes decidi que vou somente até o acampamento base sul no Nepal.
Estou na fase de planejamento para subir em 2016 (sim, precisa todo esse tempo, rs) e quero dividir aqui com vocês o que já descobri. Quem sabe alguém se anima... vamos?




Duração: de 15 a 17 dias o trekking partindo de Monjo. (haja fôlego)

Preparação física: 2 a 6 meses de exercícios diários antes da viagem é o suficiente, e esse tempo vai depender do nível de sedentarismo. Também é importante um acompanhamento profissional para alcançar um nível legal de resistência para aguentar a caminhada cansativa.

Equipamentos: Roupa de trekking e no máximo 15 quilos de bagagem (há carregadores de bagagem nos pacotes oferecidos por todas as agências).

Preço: As agências de expedições que pesquisei, cobram em média US$ 4500,00 por pessoa só a parte terrestre com guia incluso (estou pesquisando pra encontrar algo mais barato que isso... achei muito caro).

Visto do Nepal: Você tira na chegada. Custa US$40,00 e vale para 1 mês. É necessário levar uma foto 3x4 também.

Seguro Viagem: é necessário fazer algum que inclua resgate por helicóptero (é sério isso!).

Vacinas: A única exigência para turistas brasileiros é a vacina de febre amarela. Não se esqueça de levar a carteira internacional de vacinação.

Será que esqueci de alguma coisa? Você já fez essa caminhada? Se sim, não deixe de contar aqui!